Vamos falar sobre qualificação em tecnologia?

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A questão profissional e a qualificação em tecnologia precisam ser discutidas. A respeito do tema ciência, tecnologia e estudos no Brasil, certamente existem algumas barreiras que precisam ser deixadas para trás. 

Embora tenha um grande número de pessoas graduadas, porque a qualificação em tecnologia anda em baixa no mercado? 

Com a finalidade de questionar o sentido dos cursos de graduação frente as constantes mudanças do mercado e sociedade, a palestra: “Quebrando o tabu da formação acadêmica: Graduação x Qualificação na área de tecnologia.” levanta a pergunta:

O que vale mais, diploma ou conhecimento?

Vamos ver um pouquinho do que foi dito durante a apresentação com as palavras dele mesmo.

No dia 31/03/2021 tive o privilégio de palestrar no Thinking Digital 2021 sobre um tema muito controverso, que é a necessidade da formação acadêmica para uma oportunidade no mercado de tecnologia.

O ano de 2020 foi um ano muito duro, não só para nós brasileiros, mas para todo o mundo devido a uma crise sanitária sem precedentes, o Covid-19.

Infelizmente, muitas empresas foram fechadas, quantos empregos foram perdidos e, acima de tudo, quantas pessoas queridas se foram. Graças a Deus há uma perspectiva muito positiva com as vacinas e, se tudo der certo, acreditamos que o próximo ano retornaremos à normalidade – ou seria o novo normal?!

Vejam algumas das estatísticas sobre o Brasil no ano de 2020:

  • Desemprego chegou a 14.6%
  • Renda per capita de R$ 1380,00

Mas como ficou o mercado de qualificação em tecnologia? Será que ele foi proporcionalmente impactado? 

Pelo contrário, com certeza não! O ano de 2020 foi bastante aquecido. Muitas oportunidades surgiram. Seguimos na contramão de todos os outros mercados.

Vamos falar sobre qualificação em tecnologia?

Mas será que temos facilidade para contratar esses profissionais?

Certamente um outro grande não! Qual é a nossa dificuldade? O que é preciso para atuar neste mercado?

Do ponto de vista do mercado, nós precisamos de profissionais que saibam fazer a roda girar. Tudo é muito dinâmico, principalmente num mercado que muda de 6 em 6 meses. Quem entra nesse mercado precisa estar disposto a enfrentar as constantes transformações. 

Gostaria de te convidar a olhar rapidamente os requisitos de algumas oportunidades no mercado. Clique aqui e veja rapidamente o que é pedido. Não se preocupe se não entender as exigências. Guarde o que você viu. Vamos abordar mais a frente.

Da mesma forma, confronte a vaga com a grade curricular de algumas faculdade nos links abaixo:

Sem dúvida, com pouco tempo de análise você percebeu que as formações são muito abrangentes e generalistas.

Só para ilustrar, após anos de estudo, 2 a 5 anos em média, dependendo do curso de graduação, a pessoa que investiu bastante tempo e dedicação não estará pronto para atuar no mercado de trabalho. 

Grade X realidade de mercado

Será que é responsabilidade dos cursos de graduação manter uma grade condizente com as necessidades do mercado – suportando inclusive as constantes transformações do mercado e sociedade?

Sim, e com certeza temos um grande sim aqui!

Vejam o que diz o parecer CNE Nº 776/97, que orienta para as diretrizes curriculares dos cursos de graduação:

“[…] Os cursos de graduação precisam ser conduzidos, através das Diretrizes Curriculares, a abandonar as características de que muitas vezes se revestem, quais sejam as de atuarem como meros instrumentos de transmissão de conhecimento e informações, passando a orientar-se para oferecer uma sólida formação básica, preparando o futuro graduado para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício profissional […]

Voto dos Relatores

[…]

4) Incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de exercício profissional e de produção do conhecimento, permitindo variados tipos de formação e habilitações diferenciadas em um mesmo programa;

[..]

6) Encorajar o reconhecimento de conhecimentos, habilidades e competências adquiridas fora do ambiente escolar, inclusive as que se referiram à experiência profissional julgada relevante para a área de formação considerada;

7) Fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa individual e coletiva, assim como os estágios e a participação em atividades de extenção”

Mais sobre os cursos de graduação

qualificação em tecnologia

O ponto mais contundente é que os cursos de graduação não podem ser vistos somente como meros transmissores de informações e conhecimentos. Nós temos o Google que já faz isso! Se os cursos de graduação forem somente isso, eles já estão obsoletos. É uma dívida nossa como sociedade.

Os cursos de graduação precisam se preocupar não só com mercado de trabalho, mas também com as constantes transformações na sociedade. Precisa reconhecer outros saberes que são também adquiridos fora do ambiente acadêmico.

Existe um grande buraco no mercado: existem gestores, educadores, pesquisadores, mas não existem técnicos. Para suprir esse gap, as empresas e os próprios profissionais montaram formações focadas nas necessidades do dia a dia. 

Como empresas, podemos observar a Microsoft, Google e Totvs, por exemplo. Essas empresas têm plataformas de treinamento abertas. Qualquer pessoa pode acessar. E o material é gratuito.

A Microsoft tem um programa de evangelização que beneficia a comunidade que está constantemente promovendo suas tecnologias. O Google patrocina vários eventos, envia mundo afora seus técnicos para evangelizar sobre técnicas e tecnologias.

Os próprios profissionais perceberam esse gap e montaram plataformas de aprendizado de excelência: 

Será que um certificado serve de prova de domínio de conhecimento?

Outro grande não! 

O modelo dos certificados dos cursos atuais de graduação é obsoleto. O mercado se transforma de tempos em tempos. De tecnologia a cada 6 meses.

Portanto, em outras áreas pode variar, de dois em dois anos, de 10 em 10 anos, só o mercado pode ditar essa regra. Certificações de empresas como a Microsoft tem tempo de validade e por consequência, o profissional precisa fazer a prova novamente. Ou seja, muitas vezes, aquela certificação em determinado tempo deixa de existir. 

Retornando às oportunidades acima e confrontando com as grades de cursos de graduação, as grades dos cursos de graduação acabam por não ser o melhor parâmetro.

Será que um desenvolvedor web precisa entender de campos, ondas e dispositivos eletromagnéticos?

Não precisa, porém, estamos filtrando por aqui. Uma melhor abordagem seriam desafios técnicos. Empresas como a Stone e a Globo.com já aplicam.

O que se pode concluir sobre qualificação em tecnologia para atender a um exigente mercado?

Como resultado desta palestra, falo para que haja um alerta, pois, os saberes necessários para atuar como técnicos no mercado também exigem anos de estudo, empenho e infelizmente, ainda não observamos foco nos cursos de graduação e pós-graduação nessas áreas.

Precisamos refletir mais como sociedade sobre o sentido dos cursos de graduação. Exigir um curso de graduação para um desenvolvedor de sistemas soa como exigir um curso de graduação para se atuar como um cabeleireiro, cozinheiro, etc.

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Acesse o link abaixo se não conseguir pela imagem:

FONTES:

Associações buscam proteção contra os dolos.

Associações buscam proteção contra os dolos.

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Para evitar ser alvo fácil, Associações buscam proteção e contam com a tecnologia para isso

Atualmente, as associações buscam proteção através de soluções digitais a fim de proteger seu patrimônio e também combater esse problema.

Sem dúvidas, truques neste mercado são bastante comuns e causam grandes prejuízos financeiros. Infelizmente, sabemos que a insegurança ainda é alta no Brasil.

Esta é a principal razão da enorme busca por uma “blindagem” dentro deste setor. 

Afinal, preservar o próprio negócio contra os mais diversos tipos de sinistros é uma das maiores preocupações dos donos. 

Falando em números. 

As práticas de má fé ocorrem em diferentes situações e vão além das Associações de Benefícios Mútuos, como por exemplo, consórcios de automóveis ou patrimonial, saúde, transportes entre outros. 

Para se ter uma ideia, só no ano de 2017 estimativas somaram mais de R$ 730 milhões em prejuízos para o mercado brasileiro de proteção veicular.

Associações buscam proteção contra os dolos.

Ano após ano, os resultados mostram que esse número causa prejuízos tanto para o mercado da ABM quanto para quem precisa se associar. Já que isso poderia atrasar ou impedir novos negócios.

Bem, não é de se espantar que as associações buscam proteção da forma mais avançada. 

Dados de pesquisa CNSeg

Por falar nisso, como se proteger?

Certamente, todo mundo sabe que existe indenização ao dono de um veículo em casos de furtos, roubos ou outros sinistros.

Embora alguns casos sejam realmente reais, sempre tem aqueles que usam esses serviços de forma errada e acabam trapaceando para receber essas indenizações.

OBS: Mesmo sem ter tido nenhuma ocorrência real ou dando informações equivocadas sobre tal ocorrência.  

Portanto, é preciso abrir os olhos contra qualquer atitude suspeita.

Associações buscam proteção contra os dolos.

Soluções digitais e tecnológicas são adotadas

Imagina se prevenir controlando tudo manualmente? Impossível não é mesmo?

Por isso, contar com a ajuda de um programa automático que facilite a rotina da empresa é essencial hoje em dia.

E foi pensando nisso, que a WG Desenvolvimento criou o CNPV. O maior objetivo da nossa ferramenta é agilizar e proteger sua associação de imprevistos.

Como funciona?

Todos que utilizam o CNPV, importam e cadastram suas ocorrências nele.

Assim, você pode:

  • Consultar um documento válido (CPF, CNPJ, PLACA, RENAVAM);
  • Acessar as ocorrências que já existem relacionadas a ele;
  • Pesquisar ocorrências cadastradas por associações de todo o Brasil;
  • Se prevenir de negativas administrativas.

Esses dados ajudam principalmente na etapa de cadastro e eventos.

Conheça o diferencial do CNPV clicando aqui.

Atenção para os carros mais roubados no Brasil em 2020.

Atenção para os carros mais roubados no Brasil em 2020.

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Saber quais veículos estão na lista dos carros mais roubados do Brasil é importante para tomar decisões de negócios.

Certamente, saber quais veículos estão na lista dos carros mais roubados do Brasil é um indicador significativo para as Associações, principalmente para contratos de proteção de roubos e furtos .

Apesar disso, ainda é comum ver Associações de Benefícios Mútuos se prejudicarem com despesas excessivas por não terem diversas informações relevantes a nível Brasil, sobre ocorrências, associados, etc.

O CNPV é uma poderosa ferramenta desenvolvida com a finalidade de dar mais informação para sua Associação.

Afinal, o que ninguém deseja é ver o seu patrimônio — e consequentemente todo o dinheiro investido nele — ser desperdiçado.

Atenção para os carros mais roubados no Brasil em 2020.

Por que é preciso se informar sobre os carros mais roubados do Brasil?

Visto que a insegurança continua a ser um dos problemas mais graves do Brasil, não estamos isentos da ação de criminosos e de possíveis fraudes.

Só para exemplificar, dados recentes de 2020 apontaram que, embora o cenário de crise nacional do novo Coronavírus, o roubo e furto de carros cresceu 14,5% durante a quarentena.

De fato, não dá para se arriscar em grandes centros com carros que a maioria dos ladrões está de olho. Em outras palavras, pode significar prejuízo financeiro e dores de cabeça.

Ou seja, com esse número chamamos a atenção do setor de ABM já que, dessa forma, torna-se possível prevenir contratos que podem gerar negativas administrativas.

De acordo com o Índice de Veículos Roubados (IVR) da Superintendência de Seguros Privados (Susep), existem 10 modelos mais visados, veja abaixo:

10 carros mais roubados no Brasil:
  • Hyundai HB20 — 319.158 veículos segurados, com 2.131 ocorrências e IVR de 0,668 %;
  • Chevrolet Onix — 310.731 veículos segurados, com 1.779 ocorrências e IVR de 0,573 %;
  • Toyota Corolla — 241.296 veículos segurados, com 1.011 ocorrências e IVR de 0,419%;
  • Volkswagen Gol — 218.768 veículos segurados, com 1.708 ocorrências e IVR de 0,781%;
  • Renault Sandero — 187.495 veículos segurados, com 1.220 ocorrências e IVR de 0,651%;
  • Honda Fit — 179.501 veículos segurados, com 722 ocorrências e IVR de 0,402 %;
  • Fiat Palio 1.0 — 178.014 veículos segurados, com 1.402 ocorrências e IVR de 0,788%;
  • Ford Ka 1.0 — 176.100 veículos segurados, com 1.008 ocorrências e IVR de 0,572 %;
  • Chevrolet Prisma — 170.904 veículos segurados, com 962 ocorrências e IVR de 0,563 %;
  • Ford Fiesta acima de 1.0 — 166.591 veículos segurados, com 859 ocorrências e IVR de 0,516 %.
Atenção para os carros mais roubados no Brasil em 2020.
Dados apontam o HB20 como o mais roubado do Brasil

Como posso proteger minha Associação contra dolos?

Inegavelmente, o ranking de carros roubados no Brasil acima pode variar entre as cidades. Contudo, a maioria das ocorrências tem por objetivo o repasse de carros para desmanches assim como a revenda de peças no mercado informal por preços mais baratos.

Sabemos que existem proprietários de veículos que utilizam esses serviços com má fé e além disso, acabam “tapeando” para receber indenizações, mesmo sem ter tido nenhum sinistro real ou dando informações equivocadas sobre tal sinistro.

Por consequência de problemas como esse é que você deve contar com o Cadastro Nacional de Proteção Veicular. Só com ele as ABMs poderão se prevenir de negativas administrativas e outras situações que certamente geram despesas.

Leia mais sobre as vantagens de contratar o CNPV

Fonte de dados: Susep https://www2.susep.gov.br/menuestatistica/RankRoubo/menu1.asp

Tecnologia e inovação assumem a retomada da economia

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Thinking Digital: Descubra como os desafios do mercado de tecnologia e inovação impactam a sociedade

Reinventar.

Certamente essa palavra definiu o ano de 2020 diante alguns cenários econômicos, já que, sem tecnologia e inovação teríamos uma crise financeira ainda maior.     

Lojas, empresas, estabelecimentos e clientes sentiram o baque das mudanças tecnológicas ao mesmo tempo.

Afinal, projetos foram adiados, viagens canceladas, cronogramas adiados, regimes de trabalho modificados, entre outros. 

Como essa mudança alterou nossa rotina?

Só para ilustrar, nunca antes tivemos uma adaptação tão grande para trabalhar no regime Home Office, além de aumentar consideravelmente, o consumo de serviços como:

Ou seja, não podemos negar que a pandemia do novo Coronavírus mudou nossa vida completamente. 

Mas e agora, o que podemos fazer? Sem dúvida, devemos aproveitar o presente, onde tecnologia e inovação ganham mais espaço e se tornam, por fim, essenciais.  

Então, a melhor solução é aproveitar as oportunidades da transformação digital, ainda que o futuro assuste e seja incerto.

Tecnologia e inovação assumem a retomada da economia.

Nos dias de 2021…

Por consequência da crise, a demanda por novos tipos de serviços aumentou o desenvolvimento de tecnologias. Mas algumas empresas ainda estão se adaptando para esta nova era, onde o digital merece destaque.  

Diariamente somos impactados com mensagens de “Baixe o App”. E dessa forma, conhecemos diversos aplicativos para diferentes finalidades.

Quem já está surfando na onda do digital, consequentemente, possui os melhores resultados.

A questão é que, sem o desenvolvimento tecnológico não seria possível retomar a economia e recuperar a saúde financeira. 

E é exatamente isso que será apresentado no Thinking Digital, um dos principais eventos do calendário nacional, voltado para o mercado de Tecnologia. 

Thinking Digital 2021

É um evento realizado pela Assespro-RJ que discute Tecnologia e inovação como vetores para transformar a economia brasileira. 

Em sua 11ª edição, a ser realizada nos dias 30 e 31 de março, será abordado o tema “A Tecnologia como peça chave para a retomada da economia”, em dois eixos. 

  • O primeiro tem a finalidade de debater sobre os vetores da nova infraestrutura tecnológica para se posicionar no mercado, discutindo temas como 5G e Liderança da Transformação Digital. 
  • O segundo eixo, é voltado para os efeitos que a universalização da Inteligência Artificial pode gerar em nossa vida e também, sobre aprendizado e formação de novos talentos em tecnologia avançada para o futuro. 
Tecnologia e inovação assumem a retomada da economia.

E é exatamente neste ponto, que nós iremos tocar na ferida, por assim dizer.

Vamos abordar um assunto delicado, esperando quebrar tabus sobre Formação acadêmica x Graduação x Qualificação profissional.  

A WG é Thinking Diamante! 

Temos muito orgulho em participar de um evento de tamanha magnitude para o mercado brasileiro de Tecnologia. 

Somos uma Software House Carioca, associada a Assespro-RJ e possuímos excelência, Know How e inovação em nossa genética. 

Estamos muito felizes em poder patrocinar o Thinking Digital 2021 pois, em outras palavras, estamos apoiando o cenário de empreendedorismo, Tecnologia e inovação no Estado do Rio de Janeiro. 

Leia mais sobre os evento e os palestrantes: bit.ly/thinkingdigital2021

Conheça a ASSESPRO-RJ: https://www.assespro-rj.org.br/index.htm